quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Luto de Ébrio


Tenho que reconhecer
Estou irremediavelmente afetado
Emoções não afloram mais
Tornei-me hermético!

Basiei minha vida
Numa procura incessante.
E, nesta busca febril
Acabei me perdendo.

Não sei a que mundo
Aceito ou pertenço.
Abelha sem flor
Cachorro sem dono.

Escondo do meu passado
Sonho com o futuro, que
Nunca chega!
Impotência!...
Pra mudar o que passou,
De transformar o porvir.

Falta emoção, sou robô!
Tenho medo, mas quero!...
Com todas forças restantes,
Sentir de novo, o amor,
Tal qual dediquei a ela.

Sentimento de pertencer
Ser responsável, e responsabilidade,
De alguém com aura.
P´ra viver e morrer de amor!...

Nenhum comentário: